Arquivado em: Análises de Albin Murxell
Sempre é fácil falar alguma coisa do Bush.
Não pelo fato de ele estar no comando da mais poderosa (será?) nação do planeta, mas sim pelo fato de ele ser um showman. Poucos políticos ao longo da História se equipararam à grandeza da estupidez de Bush e da corja que o acompanha em seu tirânico non-sense american way of … (nem os estadunidenses conseguem entender para onde caminha o pato manco). Fora as centenas de gafes que a simplória existência desse texano maluco cuspiram na nossa cara, outras mais graves nos assustam.
Para continuar sendo um aspira de paladino, o “homem mais oneroso do mundo” agora resolveu instituir um procedimento para enfraquecer o terrorismo mundial. A solução é tão prática que chega a ser assustadora, de verdade.
UMA VEZ QUE O PERIGO PERMANECE, PRECISAMOS GARANTIR QUE NOSSOS AGENTES TENHAM TODAS AS FERRAMENTAS DE QUE PRECISAM PARA PARAR OS TERRORISTAS! – George W. Bush

Isso é brincadeira, né? Não é possível. Que democracia é constituída alicerçada por práticas que beiram o estado mais bestial do ser humano? Permitir a tortura, institucionalmente, é um tipo de assassinato além de formação de quadrilha.
Vou recomendar que meu psiquiatra procure a mãe do jovem Bush para conversarem um pouco. Talvez isso tudo seja falta de carinho também, não apenas nulidade intelectual. Nem a ciência pode explicar.
Direto de Bagdad – Albin Murxell, enviado especial.